No dia 14 de setembro finalizamos uma sequencia de treinamentos para o pessoal da Ceagesp com o treinamento de Alta Performance.

Foi na cidade de Tupan e estes treinamentos fazem parte das reuniões estratégicas anuais promovido pela empresa.

Os líderes foram convidados a participar desse treinamento e visualizar tendências e novidades para 2018. Fizeram também uma retrospectiva para analisar o que não deu certo em 2017.

No total foram 140 colaboradores que compartilharam desse momento. A nossa participação foi toda focada para engajar no aumento de performance, o que foi um desafio bem estimulante.

A maior parte dos participantes são pessoas de longos anos de carreira na empresa. Cerca de 20% dos participantes estão na empresa a mais de 30 anos. Os 80% restante esta em torno de 10 a 15 anos de casa. É muito tempo!

Esse tempo todo trabalhando no mesmo lugar, fazendo a mesma coisa durante muito tempo, executando seu trabalho de forma automática, sem inovar, sem pique pra experimentar coisas novas, ritmo low profile, em um nível performático de fazer o “mínimo necessário” é desmotivante. E isso é natural de ocorrer com funcionários de tanto tempo de casa e que não tiveram uma cobrança intensa durante esse período. Essa é a principal brecha para o comodismo e assim estagnar na zona de conforto. Mas agora com uma nova presidência, tudo mudou. As cobranças aumentaram e esses funcionários não sabem como reagir a nova situação. E ai que começa o meu trabalho!

Palestra de Alta Performance | Alle ao Lado

Conscientização foi a chave principal!

O grande desafio foi conscientizar essas pessoas de mudar e performar para a empresa, para o profissional, pessoa, reputação e carreira de cada um.

O resultado final foi que as pessoas ficaram muito agradecidas pelo “cutucão”. Não conseguiram visualizar essa nova perspectiva vinda de fora, e nem ver a importância de se desenvolver pessoalmente. Isso despertou interesse de todos os envolvidos a procurar caminhos e formas de como melhorar.

Os recursos utilizados foram palestras, dinâmicas e experimentar o conhecimento.  Começamos falando sobre o performar, qual a relação da performance com o desempenho, o quanto cada um coloca a sua régua na altura que lhe convém, se eu tenho alta performance ou se estou sempre buscando o “mínimo necessário”.

O fato de não ter uma cobrança externa muito forte, exige uma auto consciência muito maior de cada um sobre o seu melhor desempenho.

Performance x Comunicação

Além disso tudo, algo que ficou marcado nesse encontro foi a COMUNICAÇÃO.  A importância e o impacto da comunicação em relação a performance. A performance é constantemente prejudicada por pequenos conflitos gerados pela má comunicação.

Palestra de Alta Performance na Ceagesp | Alle ao Lado

As pessoas falam, pedem ou passam o trabalho do seu jeito achando que é obvio o que precisa fazer, mas não é tão obvio assim como as coisas parecem. Um exemplo que utilizamos, foi pedir pra cada um pensar em uma banana. Algumas pessoas imaginaram uma banana slpit, outras um cacho de bananas, outras uma única banana… o óbvio também tem interpretações diferentes quando não é explicado.

Conclusão: O óbvio é só óbvio pra quem pensa naquele óbvio . O óbvio também precisa ser dito.

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Planejar com autenticidade, você sabe o que realmente quer?

Planejar | Allessandra CanutoPlanejar não é uma característica muito estimulada em nossa cultura durante o nosso desenvolvimento.

Se observarmos atentamente as pessoas ao nosso redor, incluindo nós mesmos, será possível perceber que existem diversos motivos e justificativas para que as pessoas não obtenham sucesso.

Te convido agora para ampliar sua percepção nesta arte da observação. Vou compartilhar os 5 principais motivos pelos quais, na minha opinião, as pessoas não são bem sucedidas em suas vidas:

  1. A pessoa não se conhece, ou não conhece bem o que faz
  2. A pessoa não sabe o que quer
  3. A pessoa sabe o que quer mas não sabe como fazer o que precisa ser feito para chegar onde quer
  4. A pessoa sabe o que quer, sabe como fazer, mas não tem disciplina
  5. A pessoa sabe o que quer mas nem sequer reconhece o que a impede de conseguir.

Sem entender em qual dos itens acima você se encontra, fica complicado estrutura um plano e realizá-lo.

Mas ao identificar e assumir este ponto inicial ficará fácil conquistar seus objetivos.

Pois daqui para frente é só trabalhar no descondicionamento das verdades limitantes que você obedece até o momento.

Para isso existem inúmeras ferramentas surpreendentes e dinâmicas para te apoiar nesse processo, e o mais legal, é que tudo está com você e a sua disposição é só uma questão de conhecer para acessar!

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Inovação ou Nova Ação?

Inovação é o termo da moda nas empresas há alguns anos. Uma rápida olhada no dicionário irá nos mostrar o que ela significa:

  1. Ação ou efeito de inovar;
  2. Aquilo que é novo, novidade, coisa nova .

Parece que o dicionário não ajudou muito, certo?

Vamos então olhar para a etimologia da palavra.

Inovação vem de RENOVAÇÃO. Ainda confuso?

Imagino que sim, afinal essas simples definições não nos levam a entender como aplicar a Inovação no dia a dia do mundo dos negócios.

Quando se fala em Inovação nas empresas muitos já torcem o nariz e pensam:

“Ih, lá vem algo novo”! Ou então há aqueles que imaginam: “Inovação? Humpf, lá vem novas ações, mudanças na rotina, para chegarmos aos mesmos resultados.

Mas é claro que não é nada disso!

As mudanças fazem parte das empresas, mas muita gente tem medo delas. Porém o processo de Inovação é importante para fazer a diferença e obter resultados melhores, mais competitivos. De acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria, 38% dos empresários brasileiros consideram a competitividade como o principal fator de motivação para inovar.

Mas, afinal, o que significa fazer diferente? Primeiramente deve-se estar sempre aberto à mudança, analisando todas as possibilidades; significa entender o mercado e conectar elementos de universos diferentes para propor algo à empresa; é algo que está no dia a dia, próximo, e pode ser implantado por todos.

A Inovação está longe de ser algo que vira a empresa de ponta cabeça e precisa ser conduzida por um profissional considerado uma “mente criativa”. Ela é um processo, que deve estar inserido na estratégia da empresa e, a partir do repertório do gestor e sua equipe, ser praticado e melhorado (exige constante revisão de processos e melhoria contínua).

Que tal exercitar esse processo junto com a gente?

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Insatisfação: o estalo para mudanças

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Como a insatisfação pode nos ajudar?!

É uma característica do ser humano nunca estar satisfeito. Em algum  momento, todos nós sentimos que precisamos mudar alguma coisa em nossas vidas. Se você se questionar enquanto está lendo este artigo, “o que é que não está legal na minha vida pessoal ou na minha carreira?”, certamente irá encontrar uma resposta – ou várias!

Seu relacionamento amoroso poderia ter mais cumplicidade?

Gostaria de ficar mais tempo com seus filhos?

De ganhar mais dinheiro, trocar de carro, viajar mais?

Ser admirado profissionalmente ou reconhecido pelo seu engajamento em projetos sociais?

E quanto aos resultados. Já teve a impressão de que todos ao seu redor conquistam o que desejam e você não?

Por que isso acontece? Você sabe o que realmente deseja e como alcançar os melhores resultados?

Quantas vezes já ouvi pais e mães falando de seus filhos gêmeos ou não que receberam a mesma educação e se tornaram totalmente diferentes?

Isso também acontece no âmbito corporativo. Em alguns casos, empresas do mesmo segmento, com características e estilo de gestão semelhantes alcançam resultados divergentes.

Qual será a explicação para essas situações? Uma primeira hipótese pode ser a forma como cada um negocia com suas próprias expectativas, a maneira como elenca seus objetivos, a qualidade do monitoramento durante as atividades e a definição dos resultados a serem alcançados.

Insatisfação | Alle ao Lado

A segunda, recai sobre o foco, a energia, persistência e a determinação aplicados durante o processo de execução de qualquer projeto. Como diz um amigo meu: “as pessoas não falham, elas desistem”.

Insatisfação x Desejo de mudanças

Devemos encarar nossas insatisfações e resultados não tão bons pelo lado positivo.

O ideal é que a insatisfação venha atrelada ao desejo de mudança. Quando somos capazes de identificar o que queremos, o passo seguinte é escolher os resultados que vamos buscar.

Temos a tendência de entender a insatisfação como algo negativo, o que é bastante compreensível, já que esta emoção pode paralisar, gerar conflitos ou até despertar vontade de fugir de uma situação difícil.

Se você tiver claro o que realmente deseja alcançar na sua vida pessoal e profissional, a insatisfação será apenas a energia que irá te impulsionar no processo de aperfeiçoamento.

Através de autoconhecimento e dedicação, você pode determinar a qualidade dos resultados das suas ações. Não perca tempo!

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Treinamento de Gestão de Conflitos

Conflito de liderança, como reverter esse quadro!

Conflitos de liderança | Allessandra Canuto

Não é difícil ver em nas empresa uma “queda de braço” entre líderes disputando o quem exerce maior autoridade.

Esse tipo de briga por posição de comando é um problema recorrente.

Grande parte dos seres humanos tem a necessidade de se sentir importante.

Inconscientemente, gestores deixam de lado o pensamento do que é melhor para a empresa e a sua equipe, e fixam na razão para sobrepor outros líderes.

Neste ponto que começam os conflitos de interesses e angústias entre as equipes.

Devido a alta competitividade do mercado, disputas nada saudáveis acabam ganhando forças dentro de empresa.

Discussões internas ganham foco na reuniões de medição e monitoramento de resultados.

Como reverter a situação?

Gestores deveriam ser exemplos de postura para seus subordinados, mas muitas vezes não é isso que acontece.

Quando um líder coloca dois gestores em xeque, e esses começam a colocar a culpa um no outro ao invés de focar na solução, cabe ao líder tomar as régias da situação e trabalhar isso.

Existem métodos para identificar o foco dos problemas, definir indicadores mensuráveis, definir precisamente questões de responsabilidade, e quando houver divergências, usar esses pontos para reverter a situação.

Outra solução interessante para contornar conflitos é a realização de constantes reuniões de expectativas de projeto.

Nelas são definidos passos a seguir e metas de equipes, deixando claros os pontos de atuação de cada líder e profissional.

Por fim, ainda existem outras formas diferenciadas de engajar os líderes e, consequentemente suas equipes, reduzindo conflitos como:

É hora de parar de gerir conflito entre líderes e passar a gerenciar e colher os frutos do sucesso de equipe unida, que joga junto, em prol do crescimento unificado da empresa.

Picuinhas e disputa de ego entre liderança é coisa do passado!

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Liderar pessoas

Treinamento de liderança na VIVARA

O ciclo da Liderança

Novos modelos de liderança

As organizações vêm mudando gradativamente o conceito de gerir pessoas.

Os chefes tradicionais (aqueles que dão ordens) estão cada vez mais mudando a sua conduta e tornando-se líderes.

Agora com um perfil mais de facilitador e mentor, ele trabalha junto com a equipe em busca de objetivos em comum.

Veja como se adequar aos novos modelos de liderança e aos poucos tornar sua equipe mais produtiva e alinhada.

Confira as quatro fases que o líder e sua equipe devem passar:

Fase 1 – O líder se posicionado acima do grupo de trabalho

Este posicionamento permite o mapeamento e o diagnóstico da situação atual que a equipe se encontra.

Assim é possível trançar uma forma de atuação estratégica para aproximar dos profissionais em prol do resultado esperado.

Fase 2 – O líder está no centro do grupo e as informações passam por ele

Neste momento ele serve de canal de comunicação entre a alta direção e o grupo (hierarquia).

Nesta fase há uma clara distinção entre o que o líder faz e o que as pessoas fazem, iniciando a formação de uma equipe auto gerenciada.

Fase 3 – O líder contínua no centro do grupo e seu papel é delegar autoridade para decisões de atividades básicas

Alguns membros do grupo passam a assumir responsabilidades que tradicionalmente eram do gestor.

Aqui inicia o exercício de auto gerenciamento da equipe e compartilhamento da liderança.

Fase 4 –  O líder torna-se um parceiro do grupo e passa a decidir sobre como executar o seu trabalho e assumir responsabilidade e decisões estratégicas

No ultimo estágio, o líder mantem o foco para decisões de grandes impactos e estratégicas para a empresa e sua equipe, aumentando a energização do grupo.

O maior desafio neste ponto da liderança é manter este sistema funcionando à medida que pessoas novas adentram a equipe.

Mas lembre-se que seja qual for a fase do ciclo que você esteja, o mais importante sempre é fazer perguntas e observar com atenção tudo que acontece com a sua equipe continuamente!

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Candidatos x Armadilhas da Seleção

Seleção de Candidatos

Formar uma boa equipe é um desafio para a maioria dos gestores. O processo se inicia pela atração bem estruturada de profissionais em canais adequados. Feito isso, chega o tão instigante momento das entrevistas, que gera nos envolvidos uma sensação de desconforto e insegurança.

Listo agora alguns pontos importantes para se atentar durante o encontro com os candidatos:

  1. Ter uma ferramenta de avaliação de perfil eficiente, cuja metodologia seja de fácil aplicação e interpretação. Um dos principais fatores da não permanência dos candidatos no quadro se dá pelo fato de seu perfil não estar alinhado às necessidades da função que ele deveria exercer. DICA: Uma metodologia interessante é o Teste de Preferência Cerebral utilizado pelo Coaching;
  2. Ser muito transparente na apresentação das expectativas da empresa em relação ao papel desempenhado pelo profissional que exercerá…

Veja o restante dos pontos importantes e o artigo completo no link a seguir: Portal Empreendedorismo Rosa.

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