Dicas da Alle

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Dicas da Alle | 10 passos para fazer diferente em 2017

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Falar sobre motivação sempre me motiva!

Especialmente quando sei que o público que irá consumir estas informações se interessa pelo assunto.

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Autenticidade, você tem em suas ações?

Autenticidade | Alle ao Lado

Já parou para pensar os motivos que levam pessoas a pautarem sua vida no que os outros poderão pensar? Afinal, é possível sermos verdadeiros no contexto social e profissional? Podemos ser realmente autênticos?

Com todas essas questões em mente, convido a pensar sobre a importância da autenticidade em nosso dia a dia. Autêntico quer dizer ser aquilo que coincide com você mesmo, ser o que é. Essa é a definição de acordo com a etimologia, mas, o senso de urgência da vida moderna parece nos afastar dessa possibilidade aparentemente tão simples ?” sermos o que somos.

Aproveitando a polêmica, lanço esse desafio: será que temos consciência do que estamos realmente fazendo? Grande parte da população deseja ser o que acha que deve ser e não simplesmente o que é de verdade. E você?

Autenticidade, sinceridade e intenção

Analisando situações cotidianas, tracei a complexa relação entre sinceridade e intenção, visando identificar se estamos sendo genuínos ou não. Por exemplo, pense em um momento em que falou a verdade para alguém ou para si. Você tinha boa intenção? Visava crescimento? Se a resposta é sim, você estava coincidindo com seu verdadeiro eu e, consequentemente, viveu um momento de autenticidade.

Agora avalie um caso em que disse a verdade, porém, havia má intenção. Você fala a verdade, no entanto, o propósito é ruim. Quando a proposta é dar um choque de realidade, chamo isso de momento maldade, em que expressamos a verdade buscando um resultado negativo para o outro.

Relembre quando mentiu, mas fez isso com uma “boa intenção”. Você não queria magoar, ou achava que não tinha o direito de ser verdadeiro. Então ocorre o momento preguiça, porque ser transparente, muitas vezes, dá trabalho. Por último, considere uma mentira com uma má intenção. Esta é a combinação que culmina no momento maldade ?” e eu prefiro nos poupar de exemplos deste tipo.

Considerando tudo isso, minha hipótese é que ser legítimo é um desafio pessoal e uma escolha constante. Penso que podemos sim ser genuínos, mas com mais facilidade quando nos sentimos seguros. Portanto, fica o desafio de (pelo menos tentar) exercitar a autenticidade em qualquer contexto, pois os maiores beneficiados somos nós mesmos.

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Planejamento de Sucesso, como conquistá-lo?

5 Dicas de Planejamento de Sucesso | Alle ao Lado | Allessandra Canuto

Para alcançar o planejamento de sucesso, o pensamento estratégico é uma das principais chaves para atingir os objetivos traçados para as mais diversas áreas. Não apenas aplicado no ambiente corporativo, um planejamento bem feito também pode impulsionar conquistas nos âmbitos familiar e financeiro. É por isso que um plano pessoal torna-se essencial para o crescimento e realização de sonhos – em todos os sentidos.

Para construir esse “plano de vida”, é necessário praticar uma autoanálise sincera. “A primeira coisa é pensar como você quer que sua vida esteja em 2020 e especificar tudo que deve ser feito impreterivelmente em 2017. Depois, elenque os objetivos mais relevantes, verifique quais competências estão ao seu favor e também o que pode impedir a realização das metas, crie um plano de ação detalhado e use suas habilidades em prol do mesmo. Por fim, liste as ações que podem te atrapalhar e evite-as”, explica a facilitadora e palestrante Allessandra Canuto, da empresa Alle ao Lado.

Confira algumas dicas simples para tirar do papel a sua lista de desejos:

Invista no autoconhecimento

Conhecer-se é uma maneira de diagnosticar o que precisa ser feito para chegar aos seus objetivos. Dedicar tempo e esforço para buscar a sua essência – por meio da leitura, cursos, terapia, diálogos – só trará benefícios. “As pessoas precisam ampliar a percepção a respeito de si, para identificar quais as necessidades que precisam ser atendidas e se sentirem confortáveis com a vida a ponto de poderem ser elas mesmas”, explica a facilitadora.

Olhe para o futuro próximo

Não pense muito a frente. Isso só fará com que perca tempo e energia, além de não trazer resultados palpáveis. Períodos menores, entre três, cinco e dez anos permitem criar o planejamento adequado para o sucesso.

Defina os objetivos

Tenha muito bem delineado qual a sua situação atual, onde quer chegar e quais os passos para efetivamente conquistar as metas traçadas. “A dica principal é encontrar o que se ganha e o que se perde ao conquistar o objetivo idealizado, pois muitas vezes sabotamos nosso plano por não querer perder algo que faz parte da rotina”, comenta a Allessandra Canuto.

Escreva tudo

Escrever todas as etapas do planejamento torna-o fácil e organizado. Ao colocar no papel (ou em uma planilha) os objetivos, prazos e o plano de ação, fica mais simples monitorar seus passos e identificar possíveis oportunidades e riscos. Mas não fique preso: depois de um tempo é aconselhável analisar e monitorar os resultados para possíveis correções.

Não dê um passo maior que a perna

Planos muito elaborados e de difícil execução são praticamente uma passagem direta para o fracasso, gerando frustração. Um bom planejamento é aquele possível de ser implantado dentro da realidade. Porém, caso se decepcione, não pense que tudo está perdido. “A maneira mais rápida de lidar com a frustração é fazer uma análise do que impediu o objetivo de ser realizado, e, posteriormente, verificar foi aprendido”, fala Allessandra Canuto.

 

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Palestra no Sebrae

Palestra MEC SEBRAE | Alle ao Lado

O Sebrae está sempre apoiando eventos sensacionais.

Fiquei muito orgulhosa de ter sido convidada para palestrar para as Mulheres Empreendedoras Conscientes.

Empoderar mulheres corajosas e ávidas por serem elas mesmas é uma missão muito relevante para mim.

Foi uma manhã incrível de encontros mágicos e trabalhos futuros reverberando a partir da minha verdade.

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A eterna busca de aprovação

Burcar aprovação

Pensamentos do tipo: “Espero não ter ninguém em casa para eu tocar meu violão sem ter que lidar com gozação”, ou “Vou chegar mais cedo no escritório para fazer aquela ligação de prospecção para que ninguém ouça caso eu não me dê bem”, ou ainda, “Será que eu coloco esta ou aquela roupa, uso este ou aquele tom de voz…quando encontrar com a pessoa que estou querendo conquistar”, habitam sua cabeça? Se sim, acredite, você é um dependente de aprovação.

Essa dependência é tão prejudicial quanto a de comer compulsivamente que te divorcia da possibilidade de ser saudável.

Tão prejudicial quanto a de drogas, que te divorcia de sua consciência lúcida. Ser dependente de aprovação te divorcia de sua própria autenticidade.

Todos sabemos que nós seres humanos temos um impulso inato de conexão. Estamos constantemente almejando inclusão, afinal, a rejeição nos desencadeia medo. Isso está registrado em nossos arquivos mais primórdios. Na antiguidade, ser expulso ou ficar isolado do grupo de convivência significava risco de perder a vida. O dilema é que mesmo depois de mais de 2000 anos esses registros continuam interferindo em nossas vidas. Nosso comportamento está adaptado para evitar a desaprovação dos outros. Pesquisas mostram que a rejeição ativa diversas regiões no cérebro inclusive partes relativas a dor física. Isso explica nosso desespero por evitar a desaprovação e nossa aversão à rejeição.

Que tal fazer as pazes com a rejeição?

Esse caminho viabiliza a percepção da rejeição como possibilidade de revisão do que aconteceu. Lhe dá a chance de você se perguntar se estava realmente sendo você mesmo. Funciona como um scaneamento de si mesmo. Primeiro você lembra o fato e depois verifica o que estava sentindo e pensando. A seguir você verifica se o que disse e a maneira como agiu. Se estavam alinhados ao sentimento e ao pensamento anteriormente relembrado.

Você estava sendo você?

A partir deste ponto se abrem duas possibilidades.

A primeira é perceber que esta pessoa que está te rejeitando não compreende ou não quer lidar com sua verdadeira versão. Você utiliza toda sua compaixão para continuar a convivência com ela. Ou escolhe manter uma distância saudável para preservar a si mesmo e a relação.

A segunda possibilidade é você perceber tudo isso e querer realinhar profundamente sua relação com esta pessoa propondo que vocês revejam as expectativas mutuamente. Desta maneira ficará claro que o que ela rejeitou de você é uma parte sua que você não pretende abrir mão.

Um atalho para fazer estas pazes com a rejeição é abraçar sua mentalidade de crescimento constante. Isso acontece quando você determina que irá cuidar de sua autenticidade como uma habilidade a ser desenvolvida ao longo do tempo através de treinamentos e vivências de autoconhecimento, leituras sobre autoestima e autoconfiança. Esta opção nos conecta com a consciência de que todos os dias estamos vivendo nosso pleno potencial dentro do contexto que estamos, com as ferramentas que adquirimos até o momento. Isso nos deixa mais propensos a nos desafiarmos e paramos de perceber o feedback e a rejeição como um sinal de desaprovação ou de fracasso.

Ao entender que há um abundante espaço para crescimento, melhoria e sucesso, nos afastamos da necessidade constante de validação.

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O relatório anual da Organização Internacional do Trabalho (OIT) indica um cenário crítico para a economia brasileira e prevê que a taxa de desemprego chegue a 7,7% em 2016. O número preocupa empresários e trabalhadores de diversos segmentos do mercado que se empenham para conter os gastos e driblar os efeitos da crise.

Diante desse quadro, quero chamar a sua atenção para a oportunidade de crescimento de uma pessoa temporariamente desempregada. Você deve estar se perguntando: “mas é possível”? Vou te mostrar que sim!

No início, o desespero promove uma espécie de bloqueio da nossa capacidade de mudança e inibe a ampliação da nossa percepção. O exercício é sair da condição de vítima e assumir a posição de líder da própria história. O que você vai escolher: esperar o mercado se recuperar ou se mostrar um profissional estratégico para as empresas?

Você deve estar esperando o passo a passo de como fazer isso, mas não existe solução pronta. Compartilho com você um recurso rico e que poderá ser utilizado em muitas situações: seus sentimentos! Se você souber utilizá-los, certamente irá se surpreender. Os sentimentos auxiliam a ampliar a percepção, enxergar novas possibilidades, além de fortalecer competências para enfrentar desafios pessoais e profissionais.

Neste artigo, gostaria de te convidar a cultivar a ESPERANÇA. Costumamos dar um significado paralisado e estagnado para esse sentimento, mas quero que você conheça a concepção defendida pela pesquisadora C. R. Snyder, da Universidade de Kansas, nos Estados Unidos. Para Snyder, a esperança é uma forma de pensar ou um processo cognitivo muito útil para nos colocar em ação e se manifesta quando:

Como você pode perceber, a esperança é uma combinação da capacidade de se estabelecer objetivos com a tenacidade e a perseverança de trabalhar as nossas habilidades para alcançá-los. E mais, com a esperança se aprende. Snyder sugere que podemos aprender a pensar de modo esperançoso sobre os nossos objetivos, sejam eles quais forem.

Então, se você está passando por um momento difícil profissionalmente, amplie sua percepção para explorar as oportunidades disponíveis, aguce os seus sentidos e sentimentos, substitua o desespero pelo cultivo diário da esperança e vá em frente!

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Planejar com autenticidade, você sabe o que realmente quer?

Planejar | Allessandra CanutoPlanejar não é uma característica muito estimulada em nossa cultura durante o nosso desenvolvimento.

Se observarmos atentamente as pessoas ao nosso redor, incluindo nós mesmos, será possível perceber que existem diversos motivos e justificativas para que as pessoas não obtenham sucesso.

Te convido agora para ampliar sua percepção nesta arte da observação. Vou compartilhar os 5 principais motivos pelos quais, na minha opinião, as pessoas não são bem sucedidas em suas vidas:

  1. A pessoa não se conhece, ou não conhece bem o que faz
  2. A pessoa não sabe o que quer
  3. A pessoa sabe o que quer mas não sabe como fazer o que precisa ser feito para chegar onde quer
  4. A pessoa sabe o que quer, sabe como fazer, mas não tem disciplina
  5. A pessoa sabe o que quer mas nem sequer reconhece o que a impede de conseguir.

Sem entender em qual dos itens acima você se encontra, fica complicado estrutura um plano e realizá-lo.

Mas ao identificar e assumir este ponto inicial ficará fácil conquistar seus objetivos.

Pois daqui para frente é só trabalhar no descondicionamento das verdades limitantes que você obedece até o momento.

Para isso existem inúmeras ferramentas surpreendentes e dinâmicas para te apoiar nesse processo, e o mais legal, é que tudo está com você e a sua disposição é só uma questão de conhecer para acessar!

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Pertencimento, aceitação e reconhecimento

A força do pertencimento | Alle ao Lado | Alessandra Canuto

Como praticar o pertencimento? Você fica feliz quando percebe que alguém gosta de você? Você se preocupa com o modo como as pessoas te veem? Você gosta de ser como você é?

Somos seres sociais, influenciamos e somos influenciados constantemente uns pelos outros. Não haveria nenhum mal nisso se a gente não ultrapasse nossos limites de verdades e valores.

Necessidade de pertencimento faz parte da nossa natureza, mas você precisa ficar atenta para permanecer no lado bom do “fazer parte”, se sentir integrada e contribuir com as pessoas ao seu redor do mesmo modo que reciprocamente as pessoas contribuem também com você. Afinal, a indiferença ou o excesso de segurança também não são legais. Um extremo leva para estagnação e o outro pode levar à submissão. Nenhum dos dois é saudável.

Vale tudo para ser aceito?

Por pertencimento já vi pessoas fazerem coisas impressionantes, como:

Tudo isso foi impulsionado pelo desejo de ser aceita, de ser amada, de ser reconhecida e de querer manter uma situação aparentemente confortável. Se você não ficar atenta, pode ser que você passe a se adaptar, se adaptar e se adaptar até não aguentar mais. Afinal, requer muito esforço e demanda muita energia atender a essa demanda.

Isso não acontece só na vida pessoal e familiar, isso acontece muito no trabalho e nas relações profissionais. E é assim que se formam equipes improdutivas e superficiais, em que algumas pessoas mantêm suas forças focadas apenas em garantir o seu lado e não pensam em quem está em volta, nem na empresa.

Então, a melhor coisa a se fazer é abrir mão dessa personagem que neste momento encarna em você e começar a assumir sua autenticidade e sua espontaneidade. Com certeza você é bem melhor do que a personagem que vem interpretando. Ou você não acha que interpreta personagem alguma? Então comece a observar as pessoas com as quais você mais convive e irá perceber o quanto isso é comum e o quanto isso mina a maior potência que essa pessoa que você conhece tem.

Se você quer mudar esse cenário, faça um acordo para atender à sua primeira necessidade de pertencimento: aceite quem você é para pertencer a si mesma. Topa o desafio?

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Inovação ou Nova Ação?

Inovação é o termo da moda nas empresas há alguns anos. Uma rápida olhada no dicionário irá nos mostrar o que ela significa:

  1. Ação ou efeito de inovar;
  2. Aquilo que é novo, novidade, coisa nova .

Parece que o dicionário não ajudou muito, certo?

Vamos então olhar para a etimologia da palavra.

Inovação vem de RENOVAÇÃO. Ainda confuso?

Imagino que sim, afinal essas simples definições não nos levam a entender como aplicar a Inovação no dia a dia do mundo dos negócios.

Quando se fala em Inovação nas empresas muitos já torcem o nariz e pensam:

“Ih, lá vem algo novo”! Ou então há aqueles que imaginam: “Inovação? Humpf, lá vem novas ações, mudanças na rotina, para chegarmos aos mesmos resultados.

Mas é claro que não é nada disso!

As mudanças fazem parte das empresas, mas muita gente tem medo delas. Porém o processo de Inovação é importante para fazer a diferença e obter resultados melhores, mais competitivos. De acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria, 38% dos empresários brasileiros consideram a competitividade como o principal fator de motivação para inovar.

Mas, afinal, o que significa fazer diferente? Primeiramente deve-se estar sempre aberto à mudança, analisando todas as possibilidades; significa entender o mercado e conectar elementos de universos diferentes para propor algo à empresa; é algo que está no dia a dia, próximo, e pode ser implantado por todos.

A Inovação está longe de ser algo que vira a empresa de ponta cabeça e precisa ser conduzida por um profissional considerado uma “mente criativa”. Ela é um processo, que deve estar inserido na estratégia da empresa e, a partir do repertório do gestor e sua equipe, ser praticado e melhorado (exige constante revisão de processos e melhoria contínua).

Que tal exercitar esse processo junto com a gente?

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